Água da chuva
Vivemos numa cidade litorânea, fato. Como compreendermos situações como esta, registrada na foto, onde o escoamento da água da chuva simplesmente não existe? Sendo que temos uma baía, e muito próxima, que não a rejeitaria (não estamos falando de esgoto, mas sim de água). Esta foto mostra como ficou a Avenida Engenheiro Max de Souza após dez minutos de chuva, no dia 11 de fevereiro deste ano. Coqueiros, um bairro tão consagrado e tão valorizado pela sua gastronomia e seu romantismo incrustado nas árvores, bancos e decks à beira-mar também sentiu na pele as conseqüências da chuva, que poderiam ter sido evitadas. A solução seria simples, canalizar a água da chuva até o mar. Se isso é feito com esgoto, por que não fazer com água? É só chover por 10 minutos para vermos o resultado: crianças atravessando a rua em meio à água, bueiros entupidos por dejetos de obras (sim, as indesejáveis obras que estão começando a assolar a natureza existente em nosso bairro), a rua em meia-pista devido à água que não tem para onde ir, enfim, tudo desnecessário se houvesse a canalização. E a solução está a alguns metros dali. A Baía Sul receberia muito melhor a água da chuva do que o esgoto proveniente da falta de saneamento.









Mariana Martins Almeida
marizinha_martins@yahoo.com.br

Sinalização das ruas Abel Capela e Santos Lostada
Pois é, esta semana mais um acidente na esquina da Abel Capela e Santos Lostada. Estão esperando o que para fazer a sinalização? Um acidente grave com morte? Pois é o que parece. O asfalto convida para uma velocidade acima do permitido, se bem que não tem placa que defina quantos quilômetros por hora se possa andar. Então vale o bom senso e prudência, coisas que muitos motoristas não têm. Estou mandando um e-mail por semana para o Pró-cidadão, já escrevi para o IPUF também. Sabe, a gente tem a impressão que só servimos para votar neles, só se lembram da gente na hora do voto, depois é um Deus nos acuda, esquecem que a gente, eleitor, existe. Sinalizaram a Almirante Tamandaré esquina Marginal da Via Expressa rapidinho, tenho que saber quem foi o iluminado que ligou para o IPUF: num instante conseguiu sinalizar aquela " esquina" .
Ana
analago70@yahoo.com.br

Saudades
Caríssimos colaboradores do jornal Folha de Coqueiros. É um prazer poder se comunicar com alguém daí. Sou mineiro, 28 anos, casado e nascido em Belo Horizonte, onde vivo atualmente. Mas em 1989 eu, com nove anos de idade, fui com a minha mãe, que era cozinheira, para trabalhar em um restaurante que se chamava “Rolo de Massa” na Rua Engenheiro Max de Souza, no próximo quarteirão acima do Posto de Gasolina de Coqueiros e em frente a uma padaria e havia um trailer de cachorro-quente ao lado. O restaurante era pequeno, mas muito bom e servia comida italiana. Morávamos numa casa simples de dormitório para funcionários do restaurante, que ficava ao lado do estabelecimento e nos fundos do trailer de cachorro-quente. Mas, por motivos familiares, tivemos que voltar para BH antes do contrato terminar, que era de dois anos. Estudei uma parte da terceira série na Escola Almirante Carvalhal, onde gostei muito de estudar. Freqüentei (de graça! E ainda carregava os amigos comigo) o Clube Doze de Agosto. O porteiro era legal e me deixava entrar. Só não podia nadar, ficando babando naquela piscina cheirando à saúde. Sinto um oco enorme no meu peito ao me lembrar desta terra tão querida, a terra dos Guris e das Gurias. Guardo na lembrança cada momento vivido nesta cidade encantadora. Das prainhas de Coqueiros, do Teatro de Florianópolis, e do clima de tranqüilidade que ronda Coqueiros. Cada lembrança é importante para mim, pois aí tem uma parte minha. Por favor, gostaria de receber artigos e fotos do bairro e da cidade no meu e-mail. Agradeço-lhes pela oportunidade.
Emerson Luís Teixeira dos Santos
emersonlts@yahoo.com.br

Ciclovia
Achei ótima a idéia de uma ciclovia em Coqueiros! Apesar de que não ando mais de bicicleta, mas para os jovens, é muito necessário.
Alcely Augusto
alcely.augusto@hotmail.com

Rua Bayer Filho
Como moradora da Rua Professor Bayer Filho não posso concordar com a argumentação do leitor que disse que os moradores não desejam o asfalto, pois pelo que me consta nenhuma consulta foi feita e a opinião não é unânime, até porque no segundo quarteirão da rua a situação do calçamento não é das melhores. Quanto a virar pista de corrida, sinto dizer que assim já acontece principalmente por caminhões e carros que transitam pela via em busca do acesso que existe ao final da rua próximo ao novo acesso à Via expressa. O que resolveria a situação seria o fechamento de tal acesso que originalmente não existia e para onde havia, inclusive, o projeto de área de lazer, onde hoje os moradores se incomodam com o despejo de lixo. Há problemas bem mais graves na rua para serem resolvidos do que a polêmica do asfalto.
Lydia Maria Ramos Costa
lydia@3lj.com.br

Meio ambiente
Gostaria que essa equipe verificasse a mensagem incrustada em uma pedra localizada nos fundos do posto policial, próximo ao campo de futebol. A mensagem em si, tudo bem, porém utilizar-se da pedra como meio de comunicação, foi mal. Vamos buscar o responsável pela agressão e exigir a devida reparação.
Luiz Morais Filho
morais65@hotmail.com

Esclarecimento I
Depois de publicada a nota sobre o posto de combustível abandonado na edição anterior, algumas pessoas citadas nela se manifestaram e expuseram algumas explicações. O síndico do prédio ao lado do posto, o Edifício Patrícia Tatiana, já havia a um tempo atrás feito uma carta à prefeitura solicitando a limpeza do local, bem como o amparo aos cachorrinhos que moram ali. Segundo ele, a única providência tomada na época foi a colocação de uma tampa na caixa d’água, que ficava exposta e com perigo da proliferação do mosquito da dengue, deixando a situação à mercê dos acontecimentos. Atualmente, quem faz a limpeza esporádica do posto e alimenta os animais é a esposa do síndico e outro morador. As pessoas que permanecem no posto desativado são, segundo eles próprios, funcionários pagos pelos donos do local, para cuidarem dali e manterem a ordem. Parece-me que, em breve, o posto terá sua situação resolvida. É o que todos aguardam ansiosos!
Tatiane Dores da Silva.
tatinhadds@hotmail.com

Esclarecimento II
Sobre carta que veiculou no Jornal Folha de Coqueiros, página 12, edição do mês de fevereiro de 2009. A diretoria da Associação dos Moradores do Bairro Abraão (AMBA), vem esclarecer aos moradores o caso da ex-vidraçaria São Pedro. A AMBA somente tomou conhecimento dos fatos meses após os moradores já estarem negociando com o proprietário soluções para os fatos existentes. Em momento algum a AMBA foi omissa ao assunto, mesmo porque reconhecemos que o problema estava gerando perturbação ao sossego dos moradores do entorno da fábrica. É importante salientar que a AMBA foi criada para defender interesses da comunidade a qual ela representa o que naquela ocasião não mais existia, em virtude da incompatibilidade entre o proprietário da fabrica e o senhor Manoel Leite Cavalcanti, tornando-se uma questão meramente particular. Lamentamos profundamente o desrespeito e o desprezo com que o senhor Cavalcanti trata os moradores do bairro Abraão e secretários municipais citados em sua nota, quando ele diz que se depender desse povo do Abraão e da AMBA o caos se estabelece nesse bairro. Fique o senhor Cavalcanti sabendo que ele faz parte desse povo, além de ser fundador da AMBA. Para reflexão do senhor Cavalcanti, “Participe mais e reclame menos”.
Paulo João Rodrigues - Paulinho
Presidente da AMBA

Sobre a Folha
Fui amiga de Silvino Goulart e sua irmã na época dos anos 70, já um longo tempo atrás, aqui em Porto Alegre. Hoje trabalho com a Terceira Idade, sou professora de informática e foi como descobri o Jornal Folha de Coqueiros. Quero parabenizar, pois tenho usado bastante o site de vocês em minhas aulas, pela facilidade de navegar, telas sem muita propaganda e textos fáceis de ler. Para quem está começando a navegar, fica muito complicado sites que possuem muitas informações, propagandas, pop. etc.
Professora Beatriz Consuelo
bcbg@terra.com.br

As cartas devem ser enviadas à redação da Folha de Coqueiros com nome completo, endereço, e-mail e telefone para contato. E-mail: fcoqueiros@brturbo.com.br. Fax: 48 3249-0163 ou página na internet: www.folhadecoqueiros.com.br |