Tapete Preto
Moradores das ruas Santos Lostada e Doutor Abel Capela, em Coqueiros, mais uma vez estão pedindo a sinalização adequada nas vias. Depois de asfaltadas, há quatro meses, não receberam mais a visita da prefeitura. Resultado: fila dupla na Abel Capela dificultando a circulação de veículos; pista de corrida de motoristas apressados e, principalmente, acidentes no cruzamento das duas vias. Só para ilustrar, apenas na primeira semana de fevereiro, foram duas ocorrências no local: uma colisão entre dois carros e um atropelamento envolvendo uma moto e um veículo, além de inúmeras freadas bruscas. De acordo com os moradores, que já enviaram carta ao Ipuf, a solução seria colocar uma faixa de segurança na Santos Lostada, esquina com Abel Capela, com a indicação de PARE, pintada em vermelho na própria faixa. A sugestão leva em conta a falta de atenção dos motoristas que não enxergam as placas sinalizando a via preferencial. Neste caso, a Abel Capela. Outra proposta é a colocação de redutores de velocidade no entroncamento.
FOTO MARCELO BITTENCOURT

Fila dupla
Também na Rua 23 de Março, em Itaguaçu, os estacionamentos em fila dupla estão provocando divergências entre moradores e empresários da região. Alunos de uma academia de ginástica, próxima à rua, entre outros motoristas, colocam os carros nos dois lados da via impedindo a passagem de qualquer tipo de veículo. O advogado Sérgio Vieira, que fez denúncia no Procon, diz, para ilustrar, que o microônibus da Fundação Especial dos Portadores de Pessoas com Deficiência Física sequer pode deixar as crianças no portão de suas residências. Elas são levadas no colo, já que o microônibus fica literalmente “entalado” no começo da via. “O dono da academia mantém cerca de mil alunos no local sem, no entanto, ter espaço suficiente para estacionamento”, reclama Sérgio, afirmando que os moradores da redondeza vão fazer um abaixo-assinado para colocar placas impedindo a fila dupla.
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Lixão no bairro
Moradores da Rua Bayer Filho, em Coqueiros, trecho próximo à Via Expressa, levaram um susto no domingo, 1º de fevereiro. Por volta da 0h30 começou um incêndio, num depósito de reciclagem de lixo, que durou mais de 15 horas para ser controlado. Só para exemplificar, os bombeiros usaram nada menos do que mais de 80 mil litros de água. O depósito, com centenas de fardos de cerca de 500 quilos cada, estava em uma área pública havia dois meses. De acordo com o Departamento Nacional de Infra-estrutura de Transportes (Denit), a área foi cedida à Prefeitura de Florianópolis para construção de uma área de lazer à comunidade. Por sua vez, o secretário do Continente, Salomão Matos, garantiu aos moradores que exigirá o encerramento das atividades e planeja outro destino para o local. Quanto à limpeza, a Comcap já retirou o lixo que encheu 10 caçambas de grande porte.
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Assaltos
Os proprietários das lojas do Centro Comercial de Coqueiros, recém inaugurado na Praia da Saudade, foram assaltados na madrugada de segunda-feira, 9 de fevereiro. Além dos objetos roubados de uma floricultura como máquina fotográfica, plantas, tesouras de corte e roupas de uma loja de vestuário, os ladrões limparam as dependências do shopping. Levaram torneiras, extintores de incêndio, motores de ar-condicionado, barras de cobre, entre outros. Este, na verdade, é mais um caso da falta de segurança no bairro. Os comerciantes da Via Gastronômica reclamam, por exemplo, que a Polícia Militar só aparece à noite para multar os veículos dos freqüentadores dos bares e restaurantes. Enquanto isto, os assaltos continuam acontecendo em plena luz do dia. A reivindicação, novamente, recai na instalação das câmeras de videomonitoramento, projeto há mais de cinco anos no papel.
Nova diretoria
A Associação de Moradores da Vila Aparecida está com nova diretoria. Tomou posse no último dia 7, para o biênio 2009/2010, a Chapa 01, que venceu as eleições em 18 de janeiro, com 131 votos. O presidente, Aldonézio Ilário da Silva, diz que a proposta da diretoria é trabalhar pelo desenvolvimento social da comunidade. Entre as metas, cita a construção de creches e áreas de lazer; a urbanização do local; a construção de barracões para cooperativa de coletores de materiais recicláveis; melhoria no policiamento, entre outros.
NOTA DA REDAÇÃO: uma das queixas da comunidade da Vila Aparecida é a falta de remédios, como AS, no Posto de Saúde local. Está aí uma boa oportunidade para a nova diretoria mostrar seu trabalho. |