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Edição 132

Desrespeito

Além da proibição pela Prefeitura Municipal de que a Associação de Moradores de Coqueiros utilize a sede do Parque de Coqueiros para suas reuniões quinzenais, mais uma demonstração de desrespeito à comunidade de Coqueiros. A placa em homenagem a todos os fundadores do valioso espaço comunitário foi destruída durante a festa junina (foto).

Beatriz Kauduinski
Vice-presidente da Pró-Coqueiros

Parque de Coqueiros I

É um absurdo o desrespeito com o horário do silêncio na realização da festa junina no Parque de Coqueiros. Música ao vivo a todo volume até a uma hora da madrugada em plena quarta-feira em zona residencial é prova do total desrespeito com o cidadão. Sem falar que sequer havia público para justificar esta aberração, fruto da mente pútrida de algum burocrata desta cidade. Já foi enviado texto à Ouvidoria da Prefeitura de Florianópolis. Nós, moradores de Coqueiros precisamos dar um basta nesta situação.
Contamos com apoio da Associação de Coqueiros para evitar o uso eleitoral do parque, o qual tem sido negligenciado na questão de segurança e seu acesso é uma vergonha.

Marcelo Fernandes

Parque de Coqueiros II

Gostaria de alertar às autoridades das inúmeras vezes que estive no Parque de Coqueiros e encontrei crianças sem um responsável por perto. São crianças entre quatro e nove anos, deixadas pela mãe para que esta possa caminhar na pista ou pelo pai que vai ao supermercado. Tenho certeza que outras pessoas da comunidade já devem ter encontrado crianças desta forma. De que maneira a polícia que faz a ronda no Parque pode intervir nesta situação, já que abandono de menor é crime?
Janaina de Souza Sempre Bom

Trânsito

Gostaria de solicitar a cooperação desse jornal no sentido de melhorar o perigoso trânsito da Rua João Meirelles. A via tem um tráfego exagerado de automóveis - com excesso de velocidade- e pouca visibilidade, prejudicando a saída dos carros das garagens e pior ainda, a travessia de pedestres.  Quem mora na esquina da rua com a Raimundo Bridon sofre mais ainda. É impossível atravessar, por exemplo, para pegar o ônibus no ponto em frente à Fruteira Pauli. Depois que abriram o acesso ao bairro Abraão para os motoristas que transitam na Via Expressa, a situação piorou. Agora, com a inauguração da ponte ligando os municípios de São José e Florianópolis, o trânsito vai virar um caos.  Há absoluta necessidade de ser instalada uma lombada, ou algo parecido, para evitar desastres ou perdas de vida.

Amália K. Contreras       

Via Expressa

Quanto à via marginal que costeia a Via Expressa (ao lado de quem vai para Ilha), cabem alguns questionamentos:
1 - Como uma obra tão pequena (não tem nem 500 metros) custou mais de R$ 2.000.000,00, enquanto o custo de cada 1000 metros de estrada asfaltada custa em média R$ 1.000.000,00? Alguns canos de esgoto e caminhões de aterro encareceram tanto a obra?

2 - É falsa impressão minha, ou aquela via só serve para os "espertinhos" furarem a fila da Via Expressa e para poucos clientes da concessionária?

3 - As autoridades estão esperando acontecer algum acidente gravíssimo? Sim, porque a velocidade que alguns motoristas trafegam no local é absurda em determinados momentos de pico e há muitas pessoas caminhando na região.

4 - Represaram o escoamento da água da chuva no final da Rua Campolino Alves (onde resido). Agora, o final da rua está sempre com poças d'água.

5 - Os ônibus da Jotur e alguns caminhões têm autorização especial para furar fila e trafegar naquela pista que não foi projetada para veículos pesados?

6 - Quem projetou a "obra" não notou que ela terminou com uma das pistas no muro de uma residência? (Novamente tenho a impressão de que a intenção foi criar apenas um acesso a uma empresa particular, pago com dinheiro público).

Rodrigo Bitencourt

Calçadas

Onde está a prefeitura que não vê as obras que estão sendo feitas na Via Gastronômica de Coqueiros? Cada vez mais restaurantes, bares e confeitarias estão erguendo decks em frente às calçadas, sem nenhum recuo conforme diz a lei. Moro na Rua São Cristóvão há mais de 40 anos e costumo caminhar pelo bairro. Assim, fica difícil o pedestre transitar.

Luiz Carlos da Costa

As cartas devem ser enviadas à redação da Folha de Coqueiros com nome completo, e-mail e telefone para contato. E-mail:  folha@folhadecoqueiros. com.br  ou página na internet: www.folhadecoqueiros.com.br



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